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David Rato


Ser anti qualquer coisa não deixa de ser qualquer coisa / To be anti something is still something, 2011
Impressão a cores (Lambda) com intervenção a acrílico de Teresa Palma Rodrigues
100 x 70 cm | Peça única
3000,00€ + IVA

Sobre a obra | Esta obra, como todas, reflecte uma preocupação com aspectos estruturantes e intrínsecos à natureza humana.

David Rato | Lisboa, 1976. Produtor, fotógrafo e artista. Actualmente vive e trabalha entre Almada e Lisboa.

Eduardo Nery

Sequência A, da série Vida Dupla. Casa Arrumada, 2009
Fotografias em sequência em suporte de papel cartão
155,7 x 33,5 cm | Ed. 1/3
3500,00€ + IVA

Sequência E, da série Vida Dupla. Casa Arrumada, 2009
Fotografias em sequência em suporte de papel cartão
133,2 x 33,5 cm | Ed. 1/3
3500,00€ + IVA

Sobre a série | Estas séries de fotografias, sempre em sobreposições, procuram exprimir o esvaziamento do Humano em favor da sua identificação e osmose com os objectos. Assim, as metamorfoses daí resultantes tornam-se absurdas, paradoxais e mesmo monstruosas. Foram criadas como imagens incongruentes, como projecções inconscientes e alienantes das mensagens de marketing sobre as pessoas mais vulneráveis, nas suas frustações e  insatisfação pessoal, longe do estatuto social que gostariam de ter podido alçançar.

Eduardo Nery | Eduardo Nery tem desenvolvido actividade profissional nos domínios da pintura, desenho, colagem, fotografia, tapeçaria, azulejaria, porcelana, vitral, design, relevos murais, desenho de pavimentos urbanos e cor na arquitectura. Foi distinguido com vários prémios, distinções e menções honrosas em pintura, colagem, fotografia e azulejaria, em Portugal e no estrangeiro. www.eduardonery.pt


Duarte Amaral Netto


Pequeno Almoço, Castelo Novo, 2010
Impressão Jacto de tinta sobre Papel Fine Art colado s/ PVC
86 x 110 cm | Ed. 1/3
3100,00€ + IVA


Piscina de São Cosmado, Verão 2009, 2010
Impressão Jacto de tinta sobre Papel Fine Art colado s/ PVC
110 x 142 cm | Ed. 1/3
3800,00€ + IVA

Sobre as obras | O trabalho de Duarte Amaral Netto desenvolve a ligação entre fotografia, pintura e cinema, explorando o caráter construído da imagem. As suas composições exploram aspetos como a imobilidade e a artificialidade, presentes nas poses de personagens e cenografias quotidianas, enquanto a apropriação de imagens de outros contextos assenta numa narratividade que confunde o documental com o ficcionado.

Duarte Amaral Netto | (1976) vive e trabalha em Lisboa. Expôs em diversas instituições nacionais e no estrangeiro, como a Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa e o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto. Obteve as bolsas Kodak (2000) e da Fundação Oriente (2004), tendo ainda vencido o Grande Prémio do 48º Salão de Montrouge, em Paris. Está nomeado para o BES Photo 2012. http://www.duartenetto.com/

Maria Leonardo


Diários I, 2011
Impressão jacto de tinta em papel Epson Arquive Matte
42 X 29,7 cm | Ed. 1/2 + P.A
400,00€ + IVA

Diários II, 2011
Impressão jacto de tinta em papel Epson Arquive Matte
42 X 29,7 cm | Ed. 1/2 + P.A
400,00€ + IVA

Diários III, 2011
Impressão jacto de tinta em papel Epson Arquive Matte
42 X 29,7 cm | Ed. 1/2 + P.A
400,00€ + IVA

Sobre a série | Diários é uma serie de doze imagens, de formato 6/7 analógico, criadas a partir do arquivo dos Diários da Republica e do Governo na Academia Nacional de Belas-Artes. O projecto procura contrapor a forma dos livros, e o seu enquadramento no próprio espaço. Além de imagens, Maria Leonardo apresenta um livro onde se encontram as restantes fotografias da série, que pode ser conferido aqui.

Maria Leonardo| Nasceu a 22 de Outubro de 1989. Estudou no secundário artístico Especializado António Arroio no curso de design de comunicação até 2008. No mesmo ano, ingressou em Escultura pela faculdade de Belas-Artes de Lisboa até 2011. Participou na exposição de finalistas de Escultura, com o seu projecto Horizontes Assinalados, na galeria do Museu do Traje. Frequentou também vários workshops de cerâmica em Montemo- o-novo e foi assistente do projecto Crossing do fotografo poike Stomps em 2012. Tem publicado um retrato num livro Joaninha a menina que não queria ser gente e um logotipo para a loja 007.

João Paulo Serafim


Museu Improvável / MIIAC (da exposição “Inauguração do Museu”), IM003, 2008
Impressão Lambda colado em PVC
120 x 147cm | Ed. 1/5+2 PA
4100,00€ (IVA incluido)
João Paulo Serafim | Nasceu em 1974, Paris. Vive e trabalha em Lisboa. O artista manipula as suas fotografias através de maquetas ou através da reutilização de outras imagens, tornando assim as fronteiras entre realidade e artificialidade quase indissociáveis. João Paulo Serafim encontra-se representado em várias colecções, como a Colecção António Cachola, a Colecção Fundação PLMJ, a Colecção do Banco Privado, a Colecção do Centro de Arte Moderna, da Fundação Calouste Gulbenkian ou a Colecção do BES-ART; em Espanha integra a Colecção Purificacíon Garcia.

Orlando Franco


Underneath – impact #1, 2011/12
Impressão a jacto de tinta em papel algodão fine art
99 x 73cm | Ed. 1/3 + 2 PA
900,00€ + IVA

Sobre a obra | Esta imagem surge no contexto da video-instalação UNDERNEATH (2011) e faz parte de um conjunto de ‘tomadas de vista’ que registam o momento da filmagem, assinalando um conjunto de ‘tempos’ que testemunham o confronto entre os corpos que partilham a acção.

Orlando Franco |  (1977) Vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em Artes Plásticas pela ESAD-Caldas da Rainha, bolseiro Erasmus na Faculdade Belas Artes de Salamanca, Pós-graduação em Teorias da Arte na FBAUL. No seu trabalho explora a  vídeo-instalação, imagem e desenho. Expõe regularmente desde 1999, de onde se destacam: Exp. Colectivas (selecção): “Matriz Caldas – Museu do Hospital Termal, Caldas da Rainha (2011) “SUCKING REALITY”|Fuso, anual de vídeo arte internacional de Lisboa – BES Arte&Finança, Lisboa (2011) “…and then again…”Museu da Cidade – Pavilhão Preto, Lisboa (2010); “Enganar a Fome” – Espaço Avenida 211, Lisboa; “Na Margem do Vísivel”, Sala Do Veado- MHN, Lisboa (2008); “Debaixo do Tapete” – Plataforma Revólver, Lisboa (2007); “V Prémio City Desk”, Centro Cultural de Cascais; “Bartolomeu 5” Lisboa (2005); “Anteciparte”, Lisboa (2004). www.orlandofranco.wordpress.com

Inês Velez


#1, da série Breves I, 2011
Gelatina de prata sobre cerâmica
4,5cm x 7,5cm x 1cm | Peça única
470,00€ + IVA (conjunto Breves I, 3 peças)


#2, da série Breves I, 2011
Gelatina de prata sobre cerâmica
7cm x 7,5cm x 1cm | Peça única
470,00€ + IVA (conjunto Breves I, 3 peças)


#3, da série Breves I, 2011
Gelatina de prata sobre cerâmica
6cm x 7,5cm x 1cm | Peça única
470,00€ + IVA (conjunto Breves I, 3 peças)


#4, da série Breves II, 2011
Gelatina de prata sobre cerâmica
8cm x 10cm x 0,7cm | Peça única
180,00€ + IVA

Sobre as séries Breves I e II | A produção da cerâmica obedece a um ciclo, que pela própria fragilidade do meio termina naturalmente como fragmentos. A criação de imagens obedece a um ciclo, a imagem que fica é a representação de um momento passado e irrepetível. A fotografia desvanecida de uma peça cerâmica sobre ela mesma é afinal a celebração da memória e da efemeridade.

Inês Velez | Nasceu em 1989, em Lisboa e reside no concelho de Sintra. Formação: (2011-2012) Restart, curso de Fotografia. (2008-2011) Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, Licenciatura em Escultura. (2007-2008) AR.CO, cursos de Desenho e Pintura.

Mariana Marote


#1, Série Sem Título II, 2011
Papel fotográfico, químicos de revelação
40,6 x 30,5cm | Prova única
2000,00€ + IVA


#2, Série Sem Título II, 2011
Papel fotográfico, químicos de revelação
40,6 x 30,5cm | Prova única
2000,00€ + IVA


#3, Série Sem Título II, 2011
Papel fotográfico, químicos de revelação
40,6 x 30,5cm | Prova única
2000,00€ + IVA

Sobre a série | Recusando a câmara ou ótica fotográficas, as imagens são criadas progressivamente, controlando químicos, luz e água, sobre papel fotográfico, mas sempre aproveitando o fator surpresa inerente à volatilidade dos materiais. No processo estão envolvidos o gesto manual e uma duração temporal, assim como a componente líquida e a metamorfose. Com estas pequenas imagens convida-se à aproximação e uma interpretação através de possíveis associações com realidades conhecidas e/ou subjetivas.

Mariana Marote | Na fotografia dedica-se à exploração das potencialidades dos elementos específicos da fotografia, procurando reinventar processos históricos e ligar o ato fotográfico com a performatividade e os processos naturais. Participou da exposição Private Lives 2011 e atualmente frequenta o Mestrado de Arte Multimédia, com especialização em Fotografia.

Rodrigo Bettencourt da Câmara

Void #3, da série Museum Insights
Fotografia em papel algodão fine art
164 x 64 cm / Ed. 3+2 P.A.
1400,00€ + IVA


Void
#1, da série Museum Insights
Fotografia em papel algodão fine art
164 x 64 cm / Ed. 3+2 P.A.
1400,00€ + IVA


Void
#2, da série Museum Insights
Fotografia em papel algodão fine art
164 x 64 cm / Ed. 3+2 P.A.
1400,00€ + IVA

Sobre a série | Para Diderot, o teatro definia-se pela “quarta parede”, a parede imaginária que separava proscénio e plateia, ficção (no palco) e realidade (na plateia). A face frontal transparente do expositor na obra “Void” recorda esta parede, e define assim o espaço que delineia como lugar de ficção. De aparente neutralidade, a impossibilidade de , na ausência de referências reconhecíveis, estabelecer uma escala apropriada, bem como a luminosidade uniforme, reforçam este carácter indeterminado, de algo por vir. A fotografia reproduz um expositor que aguarda o seu conteúdo, integrando um trabalho sobre os mecanismos institucionais de visualização próprios do mundo de arte. Expõe, pois, a própria tecnologia de exposição, metonomizando a instituição museológica e a sua capacidade de, através da exposição adequada, nomear algo como “arte”. Se a visualização que o expositor potencia é um acto performativo de valorização, o lugar da arte mantém-se, contudo, vazio. O momento suspenso de decisão do que devirá “arte” é, assim, outorgado ao espectador, convidado a ocupar o lugar vazio da performance da obra.

Rodrigo Bettencourt Câmara | Vive e trabalha em Lisboa. Curso de pintura ARCO, 1989; Desenho SNBA, 1991; Escola Superior de Conservação Restauro, 1989/94; Bolseiro do Governo Italiano para curso de estudos especializados em conservação e restauro, UIA, Florença, Itália; Licenciatura Arte Multimedia-Instalação, FBAUL, 2006/10; Mestrando em Multimedia-Fotografia, FBAUL. Participou em diversas exposições. www.rodrigobettencourtdacamara.com

Pedro Cabrita Reis

Surrogates #5, 2011
Assemblage, Inkjet-print s/ papel
103,7 x 88,7 cm | Original, sem edição
7500,00€ + IVA

Pedro Cabrita Reis |Nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia e instalações compostas de materiais encontrados e de objectos manufacturados. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Pedro Cabrita Reis recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidos no quotidiano. Centradas em questões relativas ao espaço, à arquitectura e à memória, as suas obras adquirem um sugestivo poder de associação que, transpondo o visual, alcança uma dimensão metafórica.

www.pedrocabritareis.com